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domingo, 20 de janeiro de 2013


...e o que são ‘As Quatro Âncoras’?

ensinamento trazido pelo nosso ‘amigo espiritual Joaquim’
(Espiritualismo Ecumênico Universal . www.meeu.com.br)

Já começa com o nome...âncora... O nome já diz tudo... O que é uma âncora? É uma elemento de fixação...um elemento para se manter algo preso...
As Quatro Âncoras são os quatro principais pontos que nos mantém presos à materialidade...e por trás delas sempre está presente o egoísmo...
Nos libertando destas âncoras, vamos 'optando' pela felicidade incondicional...e estabelecendo em nós um estado de espirito de alegria e serenidade...

É preciso atenção para observar e reconhecer quando este mecanismo entra em ação em nós...na prática...na vida...no dia a dia...
Mas quais são essas âncoras? 

1.   A primeira âncora é a vontade de ganhar e o medo de perder. Justamente por querer ganhar sempre a gente fica com o medo de perder...querer ganhar é pretender sempre estar com a razão, estar certo, saber o que é melhor...pretender mostrar para as outras pessoas que elas estão erradas...
Perceber a força deste mecanismo em nós é bem importante...o mundo faz um trabalho constante no sentido de  reforçar estas âncoras... desde que nascemos, em todo nosso processo de educação, nos estimulando a querer ganhar sempre... a qualquer custo....nos preparando para competir... e para ganhar... 

Então pra sair fora desse mecanismo é preciso um esforço de consciência...
Mas como? Como sair fora desse mecanismo?
Trazendo luz ...vendo o que está acontecendo a cada momento... e não acreditando...vendo que é só um mecanismo operando...e que nós não precisamos entrar na dele...Não é negar...mas é vê-lo operando...e não dar alimento prá ele crescer em nós.. 

2.   A segunda âncora é o desejo de alcançar o prazer e o medo de sofrer....então quando alcançamos aquilo que queremos, sentimos prazer....é a satisfação pessoal... mas quando não alcançamos, vem o desprazer, sentimos dor, sofremos...nos frustramos....nos entristecemos...perdemos a alegria...
Nós funcionamos, como diz o Joaquim, como crianças...que quando tem o que querem são felizes...e quando não tem, choram, esperneiam, sofrem...fazem birra...querem porque querem do seu jeito...pode observar como é esse o nosso funcionamento... é importante observar quando entramos neste jogo... Prá podermos parar de dar alimento a ele...
Porque quando nos observamos, podemos dar um passo atrás... e nos distanciarmos um pouco daquilo que está acontecendo...e ai pararmos de dar combustível .... 

3.   A terceira âncora é a busca do elogio e o medo da crítica...porque a crítica funciona ai como uma reprovação...que retira a posição da gente de sábio...de bom...de competente...de inteligente...de iluminado...de bondoso...do santo... de mestre...
Então o medo da crítica muitas vezes coloca a pessoa num estado de espírito de congelamento...ela nem ousa olhar pra um manancial imenso de amor que está dentro dela mesma e que pode fluir inundando a sua vida... em criatividade ...em alegria...tudo pelo medo da critica.
Poder estar livre pra receber a critica...pra receber a própria crítica...sem sofrimento. 

4.   A quarta âncora é a busca da fama e o medo da infâmia; é quando nós buscamos o reconhecimento, o aplauso... é quando temos prazer em sermos superiores aos outros...sermos os melhores....é querermos que o outro admita que estamos certos...porque temos medo da infâmia e queremos o aplauso...
São essas ações egoístas que nos fazem nos proteger para não perdermos, que nos fazem sofrer, quando nos prendemos a elas... 
Se nós admitíssemos a derrota como parte do jogo... ao invés de querermos ganhar sempre, se nós admitíssemos que o desprazer faz parte das vicissitudes da vida _ entendendo vicissitudes como alternâncias_  ao invés de querermos ter sempre o prazer, talvez nós nunca mais sofressemos quando o outro ganhasse e nós perdessemos... 

Será isto possível?
Vale experimentar...

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