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sábado, 8 de março de 2014


VELHO PADRÃO 
DE VIVER A VIDA
pelos valores da forma
(matéria)
NOVO PADRÃO 
DE VIVER A VIDA
pelos valores da essência
(espirito)
Propõe o reconhecimento dos valores materiais de competição e vitória.
Propõe o reconhecimento de uma lei maior, que rege todas a coisas em inteligência, justiça e amor.
Propõe a visão individualizada
Propõe o a visão unificada, universalista
Propõe o aprisionamento na materialidade pelo exercício constante das 4 âncoras:do querer ganhar e ter medo de perder, do querer ter prazer e ter medo de sofrer, do querer  reconhecimento e ter medo da critica, do querer a fama e ter medo da infâmia.
Propõe a libertação das 4 âncoras através da constatação contínua de sua ação em si próprio.
Pretende determinar o que a vida traz para ser vivido, saber o que é o melhor para si e para os outros
Propõe viver a vida que se tem para viver, colocando atenção e consciência naquilo que ela mesma concede a cada um no sentido do aprimoramento do espirito e não do humano
Propõe que se viva essencialmente no futuro (gerando ansiedade) ou no passado (gerando culpa), alienando-se de viver o presente
Propõe que se viva o aqui e agora, viver o presente sem se deixar levar pelas interpretações e seduções da mente
Estimula o adquirir conhecimento , o saber o que é melhor para si e para os outros, o viver preso ao por que? para que? sempre tendo um objetivo a ser alcançado.
Propõe o viver com simplicidade, oferecendo ao todo o melhor de si, sem ter expectativas quanto aos resultados do que se vive, limpando as superficialidades e buscando a essencialidade.
Propõe viver dentro de padrões de ‘certo e errado’ condicionados pelo externo.
Propõe que se compreenda a não existência do certo e errado externo, e a importância da expressão da originalidade do ser para sua evolução.
Propõe culpar o mundo pelo próprio sofrimento.
Propõe saber que não existe culpados pelo próprio sofrimento a não ser si próprio; tudo o que acontece é espelho do próprio ser para que ele se revele a si mesmo.
Propõe a imaturidade emocional no agir como uma 'criança birrenta' querendo que a vida o obedeça e seja sempre exatamente do jeito que se deseja.
Propõe a maturidade emocional na compreensão da mecânica da vida  (provas  realizadas em serenidade conduzem ao aprimoramento do ser).
Propõe sofrer e viver preso ao sofrimento, condicionando a felicidade a circunstâncias do mundo externo.
Propõe o reconhecimento do sofrimento e egoísmo como condições intrínsecas ao ser humano, e a consciência deste mecanismo como agente de liberdade.
Propõe constante comparação  e um focar na vida do outro ao invés da sua própria
Propõe entender que tudo o que o ser humano tem é a sua a vida para viver; buscar tornar-se aliado da própria vida.
continua....

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