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quarta-feira, 19 de junho de 2013

A JORNADA DA CONSCIÊNCIA 
pelo TARÔ
A consciência é o sonho mais profundo e permanente do inconsciente.  Jung dava grande valor a todos os caminhos não racionais ao longo dos quais o homem tentou explorar o mistério da vida e estimular o seu conhecimento consciente. Interessou-se pela significação do TARÔ e reconheceu que ele tinha sua origem  em padrões profundos do inconsciente coletivo.
Os Trunfos, ou seja, as cartas do TARÔ, podem ser encarados como uma representação das experiência típicas pelas quais o herói caminha na sua ‘rota luminar’, da auto-compreensão, da auto-consciência.
Os chamados Arcanos Maiores constituem-se em 22 arquétipos. Contam uma histórica simbólica. Todo material simbólico deriva de um nível de experiência humana comum a toda humanidade. Pessoas de todas as idades e culturas têm sonhado, historiado e cantado acerca da Mãe, do Pai, do Enamorado, do Herói, do Mago, do Louco, do Diabo, do Salvador, do Velho Sábio arquetípicos.
Pela confrontação dos arquétipos e pela relativa liberação de sua compulsão, tornamo-nos cada vez mais capazes de respondermos à vida de maneira individual, libertando-nos da necessidade de seguir cegamente os padrões impostos pelo mundo e de seguirmos cegamente nossas próprias reações inconscientes.
Quando um ser humano adquire determinado grau de autopercepção, é capaz de fazer escolhas diferentes das da multidão e de expressar-se de um jeito só seu, percebendo-se como expressão única da divindade.
Seguir o Herói (que somos nós mesmos) em sua jornada, nos possibilita partilharmos suas experiências e começarmos a compreender que quanto menos consciência o ser humano tiver das forças arquetípicas, tanto maior poder elas terão para governar-lhe a vida.

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