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domingo, 8 de novembro de 2015

INFORMAÇÃO ARMAZENADA, VERDADE ESTABELECIDA

“O que mantém o homem sempre tão ocupado são suas tarefas diárias, sua avareza, sua crueldade para com os outros seres. É por este motivo que não pode ouvir o grito de sua própria alma no desejo de acordar, de se desdobrar, de atingir o alto, de se expandir e seguir o caminho que leva à Perfeição.”

A atenção é a capacidade que possuímos de discriminar e nos focalizar apenas no que desejamos perceber. Podemos perceber milhões de coisas ao mesmo tempo, mas, usando nossa atenção, podemos segurar qualquer delas no primeiro plano de nossa mente.

Utilizando nossa atenção, capturada pelos adultos quando ainda eramos crianças, aprendemos como nos comportar em sociedade, em que acreditar e em que não acreditar, o que é bom e o que é mal, o que é bonito e o que é feio, o que é certo e o que é errado, todas as regras e conceitos sobre como comportar-se no mundo.

Nunca tivemos a oportunidade de escolher em que acreditar ou não acreditar. Nunca escolhemos nem ao menos o menor desses acordos.
Não escolhemos nossas crenças, mas concordamos com a informação que nos foi passada por intermédio de outros seres humanos.
Não escolhemos essas crenças, e poderíamos nos ter rebelado contra elas, mas não tivemos força suficiente para realizar essa rebelião.

A única maneira de armazenar informações é por acordo. Se concordamos, se validamos, acreditamos na informação...e ela passa a ser verdade para nós...e passamos a nortear a nossa vida por ela!
Se não concordarmos, não armazenamos essa informação.

Desde a infância, quase sempre concordamos, cedemos às crenças com nosso consentimento, na expectativa do reconhecimento.
O reconhecimento, a recompensa, é a atenção que conseguimos de nossos pais, ou de outras pessoas como irmãos, professores e amigos. Logo desenvolvemos necessidade de captar a atenção de outras pessoas para conseguir a recompensa.
A recompensa provoca uma sensação boa, e continuamos fazendo o que os outros querem que a gente faça para obter a recompensa.
Com medo de sermos punidos e medo de não ganharmos a recompensa, começamos a fingir ser o que não somos apenas para agradar aos outros, só para sermos suficientemente bons para outras pessoas.

Estas crenças são tão fortes que mesmo anos mais tarde, depois que fomos expostos a novos conceitos e tentamos tomar nossas próprias decisões, descobrimos que essas crenças ainda controlam nossas vidas. E muitas vezes fazem sofrer...

É considerado normal que os seres humanos sofram, vivam com medo e criem dramas emocionais. A sociedade é um lugar muito difícil de viver porque é regida pelo medo. Muitos seres humanos mantém-se presos ao sofrimento, à raiva, à violência...Justamente porque permitem que assim seja. Está em cada um o poder de optar por...este mecanismo é o que precisamos melhor conhecer e exercitar.

Estar vivo é o maior medo que os homens possuem. A morte não é o medo que temos; nosso maior medo é assumir o risco de estar vivo - o risco de estar vivo e expressar o que somos na realidade. Simplesmente sermos nós mesmos é o maior medo dos seres humanos.
Os seres humanos punem a si mesmos interminavelmente por não serem quem acreditam quem acreditam que devem ser. Tornam-se autodestrutivos, e usam também outras pessoas para fazerem mal a si mesmos. Mas ninguém nos pode fazer mal com tanta eficiência quanto nós mesmos.

Os tempos atuais trazem o convite, a convocação:
acalmar este movimento para fora, para o condicionado...’pode ser que seja assim, mas pode ser que não’...’tanto faz e tanto fez...a que isto está buscando resposta?’
sintonizar a própria luz interior que está viva e contém todas as informações;
abrir-se ao conhecimento direto que, passo a passo, constrói um viver menos condicionado e mais consciente.

MAIS...





integrar-se à luz

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