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domingo, 5 de maio de 2013


DIA 10 MAIO 2013 . SEXTA FEIRA . 19:30HS

Encontro com HELIO KOTLER

Tem se trabalhado basicamente em três vertentes, que considera o tripé que ancora a sua caminhada nos últimos 15 anos. Os três trabalhos favorecem a sua conexão consigo mesmo, com o outro e com a totalidade, porém cada um, na sua percepção, traz uma ênfase em um desses aspectos.

Breema: Toques e movimentos sobre si mesmo (Self Breema) e sobre o outro, que convidam uma atmosfera de centramento e presença a se manifestar. Baseada em nove Princípios de Harmonia, tem como proposta ‘A Arte de Estar Presente’.

“Quando você experiencia o corpo, o que você está experienciando? Na verdade você está saboreando o seu nível de consciência.
Não há algo externo para experienciar.” 
(Jon Schreiber, diretor do Breema Center da Califórnia)

Biodança: Movimentos em grupo, inspirados por músicas que desencadeiam a conexão com nossos sentimentos, gerando um estado vivencial que é uma fonte de desenvolvimento dos nossos potenciais reprimidos ou estagnados.

“No encontro com o outro, começo a ter notícias de mim.” 
(Rolando Toro, criador da Biodança)

Xamanismo: Visão de mundo em que tudo é sagrado e vivo, tudo está ligado a tudo e depende de tudo o mais, numa rede de interdependências, em que todas as criaturas fazem parte da grande teia da vida que mantém a harmonia entre todas as coisas. Tudo o que existe emana de uma Fonte misteriosa, que está além de toda a nossa compreensão. Envolve práticas e rituais ancestrais, que nos alinham com a energia que brota da Fonte, trazendo harmonia e cura.

“Quando você está totalmente vulnerável sua razão fica de lado, como suas armas, e o que é verdadeiro em você fica disponível. Se o que está ouvindo não for verdadeiro, você sabe. Se for verdadeiro, você também sabe! De alguma maneira, você sabe! Porque a verdade já habita em você, desde sempre.” (White Goose) 

Além dessas linhas de trabalho, tem como pano de fundo em sua vida os ensinamentos do mestre indiano Osho.


Palavras... Ah as palavras...
Pobres palavras...
Se apenas as vemos, não vemos ao que se destinam.
Se nos apegamos ao seu estrito sentido, as perdemos.
Ou melhor, perdemos o que elas poderiam despertar em nós.

Muito interessante as palavras.
A mesma palavra, vinda de diferentes pessoas pode ter diferentes significados na sua própria origem.
Da mesma forma, pode receber diferentes significados em cada destino que chega.

Então quando alguém comenta algo que ouviu (ou leu), estará comentando o que?
O que foi dito (ou escrito)?
O que foi ouvido (ou lido)?
Em ambos os casos, estará deixando de comentar o essencial: o que poderia ter sido escutado.

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