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quarta-feira, 7 de maio de 2014

vencer suas humanidades 3
POR QUE O SER HUMANO SE ENFRAQUECE QUANDO ENTRA NUMA MARÉ ONDE AS COISAS ‘NÃO DÃO CERTO’?

Por que o ser se enfraquece quando repetida e sequencialmente sente que as coisas ‘não dão certo’? Será que o mundo está contra ele? Será que tudo está errado? Será que ‘atirou pedra na cruz’? Por que, quando entra numa maré dessas, o ser começa a sentir-se o ‘último dos moicanos’, o rejeitado, o esquecido dos deuses?
Quando ‘as coisas’ acontecem do jeitinho que ele quer, o ser sente-se forte, alimentado; como se das próprias ‘coisas’ adviesse o poder que o fortalece.
Porém, quando entra numa fase quando repetida e continuadamente ‘as coisas’ não acontecem como ele quer, o ser sente-se enfraquecido, desvalido, abandonado... Este sentimento tem o poder de se auto-alimentar, instigando o ser cada vez mais a manter-se e a aprofundar-se nele. Como numa areia movediça.
Por que?
Porque ele concede poder às ‘coisas’ e coloca toda sua força nelas. Entendendo como ‘coisas’, as coisas mesmo e também as circunstâncias, as relações, os fatos da vida.
Vive ‘embolado’ nestas ‘coisas’, como se estivesse numa tsunami, que o faz rolar e rolar...levanta e afunda nos próprios sentimentos e pressupostos criados pela sua própria mente, que nublam o seu discernimento.
Como sair disto?
Como sair desta onda que quanto mais rola, mais prende na comoção e na turbulência?
Como manter a sua força diante de qualquer circunstância?
Mais uma vez a consciência! Colocar consciência é a solução. Para perceber qual mecanismo está operando. E isolá-lo do barulho das emoções. Apurando a percepção, o exame e a compreensão, o mecanismo que está agindo naquele momento pode ser revelado. E só esta compreensão pode, gradativamente, de passinho em passinho, vir conduzindo o ser à libertação do sentimento que o sufoca.
Neste caso em estudo, quando o ser percebe que enfraquece, perde força, quando se sente contrariado porque a vida propõe algo oposto àquilo que está previsto na sua mente, ele começa o trabalho de desmascarar o mecanismo que o aprisiona.
Começa então a perceber, com consciência, o grau de poder que ele mesmo concede a ‘coisas’ muitas vezes tão banais e que condicionam a sua serenidade.
e Começa a se perguntar : e se ele não concedesse todo este poder a estas coisas? Ou seja, se ele aceitar cada circunstância apenas como algo a ser resolvido, se possível for, da forma como ele planejou? e caso contrário, se não for da forma como ele quer, poderia ele aceitar o próprio encaminhamento da circunstância já traz em si a nova solução?
A vida sempre soluciona!
Portanto não há o que espernear e se revoltar. Apenas é a vida solucionando do jeito dela.
Reconhecer que o encaminhamento de uma circunstância pode ser a solução que a vida está trazendo.
E aí... é seguir...para o próximo assunto:  P R Ó ÓÓ XX XI I I M M O!
Não ficar preso, amarrado, remoendo, mas seguir o fluxo da própria vida.
Entender este mecanismo já começa a trazer mais Serenidade. Paz e Serenidade. Estas qualidades são essenciais na luta do ser contra suas próprias humanidades. Paz e Serenidade que são expandidas no ser, à medida em que ele conduz a si próprio ‘para fora das coisas’. Para poder vê-las com mais clareza, deixando que a vida conduza e traga a solução como ela sempre faz.

Este é o objetivo da vida: propor a prova e ver como nós nos saimos. Só para conduzir, a seguir, do jeito que ela conduziria de qualquer forma, independente do nosso querer ou do nosso fazer!!

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